Venho junto a mim,
Venho sentar-me comigo,
Venho deitar-me em mim,
Venho dormir no meu silêncio,
Minha tranqüila espera,
Mas é inevitável que meus pesadelos me acompanhem,
É inevitável entrar-me,
Estes medos são inevitáveis.
Agora eu peço aos meus sonhos os meus sonhos,
E inesperadamente sussurro seus nomes,
Inevitavelmente,
E quero seus laços,
E nesta dor espero os seus sorrisos,
O abrigo de meus amores,
Seu corpo alisando meus desesperos,
Meus desesperos deitados.
Aguardo o sol penetrar a janela,
Então fecharei os olhos sem receios.
Aguardo você,
Para confessar os segredos.
Distantes as horas de mim,
Distantes os espaços dos meus passos.
Desejo os nossos desejos,
Anseio nossos anseios.
Durmo meu sono solitário,
Minha voz vazia,
Os ventos rangem a porta na escuridão.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
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2 comentários:
Interessante como, após longe silêncio, a inspiração repentinamente surge. Qual seria a razão, heim? rssss...
Grande beijo, Cachinhos com Olhinhos Brilhantes, rss...
Ah, que saudade!!!
Lindos versos!!!
Bjos...
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