O vento venta ventando o tempo agora,
A chuva chove chovendo mares hoje,
Eu crio-me recriando-me por onde ando,
Mas não me tenho não me contenho,
Não entendo nem pretendo nenhum remendo,
Demoro-me por onde moro,
Esbugalho os galhos em que me agarro,
Depois lastimo uma lágrima lavada,
Outra lágrima levada,
Desastrosa enxurrada.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
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Um comentário:
Uau!!!
Adorei!!!
Bjos, bjos, bjos...
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